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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Uma birrinha...LOL.

Meus amigos.

O Valores100importancia já tem 120 posts. E gostava de uma maior participação de quem por aqui passa os olhos e mais nada!

Primeiro porque:

- Pedi aos meus amigos que assim que possível, Cada um escrevesse uma história, cada um com seu tema. A ideia foi muito bem aceite por parte de todos...Agora à minha pessoa, resta esperar que as histórias apareçam.

A segunda:

- Comecei por escrever um conto, onde pedi a colaboração de todos, para cada um escrever um pouco... Espero também por isso.

A terceira:

- Gostava que este blog fosse mais ... que houvesse um maior numero de comentários, sei que já existem uma boa quantidade de pessoas a frequentar este local virtual. E... deixar um comentário com um ou dois parágrafos não ocupa um dia de trabalho. E também a desculpa do não saber escrever, também não cola! porque eu sou o primeiro a anunciar que não sei construir frases, os acentos existem de vez em quando e a pontuação é quando me lembro...

Por tudo isto, penso que devia existir uma maior participação. Isto aqui é um local livre. Onde reina o optimismo e as imagens coloridas. Cada um pode dizer aquilo que lhe vai na alma.

Até qualquer dia. Bjs. e Abraços para todos.

sábado, 20 de outubro de 2007

Um Conto - Primeiro Episódio.

O Manuel era um miúdo que começava a conhecer a vida, estava naquela fase da descoberta( o salto de criança para jovem). Era a primeira vez que tinha umas ferias na praia, sozinho sem a presença dos pais. Presente por passar de ano. Tudo era novidade, tudo causava uma certa admiração e aquela criança irrequieta dava lugar a um jovem, que ficava um pouco contido a cada nova situação pois não sabia como reagir e para não fazer má figura, agia sempre com muito cuidado.
O Manuel estava com mais crianças a gozar uns dias de praia em uma colónia de férias, acompanhados por uma pessoa mais velha. Pessoa essa que os orientava em todas as tarefas a executar diariamente. O Manuel e os demais companheiros passavam os dias inteiros na praia, com diversos jogos, passeios de barco, aprender a resolver situações de primeiros socorros, enfim um sem números de actividades que ocupavam o dia todo. Todos estavam a adorar...
Certo dia, ao fim da tarde, a maré estava a vazar e ficava um areal, que pelas dimensões mais parecia um campo de futebol e então todos os jovens que frequentavam a praia aproveitavam para fazer um grande jogo de futebol, jogo em que só entravam rapazes, porque todos davam o melhor de si e...ninguém gostava de perder. Engraçado, as meninas ficavam de fora a assistir. Eram a claque, ora puxavam para um lado ora para outro, não tinham preferência.
A certa altura do jogo havia um empate, já quase de noite, um lance em que a disputa de bola foi um pouco mais dura, deu-se um choque frontal entre o Manuel e um adversário. A pancada foi tão forte que o Manuel caiu na areia e perdeu os sentidos. O pânico estava no ar! Todos estavam preocupados! Todos culpavam o Pedro pela dureza com que entrou na jogada! Chamaram-lhe todos os nomes possíveis! Alguns queriam chamar a ambulância.
Mas nesse momento o Manuel abriu os olhos!... Começava a reagir! No meio de tanta discussão, o Manuel começava por mexer um braço, depois o outro, uma perna... para grande alivio de todos só tinha uma canela ferida e já estava a inchar....
O jogo acabou nesse momento, já era tarde e estava quase na hora de jantar.
Não conseguia andar sozinho, entre os braços de uns e outros conseguiu chegar a casa, depois foi o tratar da ferida. Ao jantar, todos comentaram o acontecido e deram a sua opinião.
Depois do jantar o Manuel quis ficar em casa a descansar, com um pouco de dores na perna conseguia ver um pouco de televisão. Mas um corte de energia consegue com que fique tudo às escuras durante uns minutos...
O Manuel deitado em uma espreguiçadeira, sem luz e com um silêncio precioso reviveu toda a situação do embate, da recuperação da memoria, do acordar na areia rodeado de miúdos como ele. E reparou que estava lá uma amiga com uma cara de muito preocupada com a situação, era a Maria. A olhar para a luz da lua, esboçou um sorriso...
Continua...

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Mudar para um sorriso!


Por varias razões os meus olhos tem deturpado um pouco a realidade, em consequência disso o bom humor e o à vontade, tem andado um pouco distante!
Hoje como por milagre, acordei com um sorriso desenhado no rosto, que espero manter por muito tempo.
Parece-me que os pensamentos menos bons estão bem guardados.
Tentar pensar um pouco pela positiva, melhora a vida. E ..é isso que se pretende. LOL.
Imagem retirada da net

Uma piadinha

Começa aqui uma outra "secção" deste blog.
Frases com certa piada.
E diz esta senhora:
- Tenho uma cadeira para descansar na casa de banho, às vezes durmo lá...
E digo eu:
-Uma cadeira no w.c. dá jeito! Mas não para dormir.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Designers Guild

imagem retirada da net.

Hoje estou a engraçar com o assunto das decorações e não podia passar sem falar de uma
marca que se chama Designers Guild (Clique) para descobrir. É muito colorido, muitas flores. Girissima.
Mesmo como eu gosto!
Uma sala jovem e actual onde existe um contraste entre as cores quentes( vermelho, laranja e amarelo) e branco das paredes.

Imagens retiradas da revista micasa.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

As asas da vida

Quando cresceu, o seu pai disse-lhe: Meu filho, nem todos nascemos com asas. Mas, mesmo que não tenhas obrigação de voar, será uma pena que te limites só a andar tendo as asas que nosso senhor te deu.
- Mas eu não sei voar, respondeu o filho.
- É verdade, disse o pai. E levou-o até a fronteira do abismo da montanha.
- Vês filho? Este é o vazio. Quando quiseres voar, vens aqui, salta para o abismo e estendendo as asas voarás.
- E se cair? disse o filho
- Mesmo que caías não irás morrer. Só farás umas feridas que te tornarão mais forte para a próxima tentativa, respondeu o pai.
O filho foi ver os seus amigos. Os mais estreitos de mente disseram-lhe:" O teu pai está meio louco. Para que necessitas voar? Porque não te deixas de maluquices? Os melhores amigos aconselharam-no: E se é verdade? Porque não começas devagar? Tenta atirar-te de uma escada ou de cima de uma árvore. Mas...lá de cima?
O jovem escutou o seu conselho. Subiu a copa de uma árvore e enchendo-se de coragem, saltou.
Abriu as asas, moveu-as com todas as suas forças mas caiu em terra. Com uma grande ferida, cruzou-se com o pai.
- Mentiste-me! Não posso voar. Tentei e vê a ferida com que fiquei! Não sou como tu! As minhas asas só são um enfeite.
- Meu filho, disse o pai. para voar tens de criar um espaço de ar livre necessário para que as asas consigam abrir. É como saltar de para quedas; necessitas de uma certa altura antes de saltar. Para conseguir saltar temos de correr riscos. Se não queres, o melhor será resignares-te e seguir andando.
Texto de Jorge Bucay.

O poder da verdade.

Numa cidade longínqua nasceu um menino que era transparente. Via-se bater o coração, os seus pensamentos inquietos como os peixes no seu aquário. Uma vez esse menino disse uma mentira, por engano, e as pessoas viram algo parecido a uma bolinha de fogo à sua frente; depois disse a verdade e a bolinha desapareceu. Durante o resto da sua vida nunca mais voltou a dizer mentiras. Chamava-se Jaime, mas chamavam-lhe Jaime de Cristal, e todos gostavam dele.
Um dia chegou ao poder daquele pais um feroz ditador e começou um período de opressão e miséria para o povo. Aquele que ousava protestar, desaparecia sem deixar marca. As pessoas calavam-se e aguentavam com medo as consequências. Mas o Jaime não conseguia ficar calado.
Mesmo que não abrisse a boca, como era transparente, todos conseguiam ler os pensamentos de condena face ás injustiças do ditador. Logo às escondidas, as pessoas comentavam os pensamentos do Jaime e assim renascia uma esperança. O ditador fez com que Jaime fosse detido e ordenou que fosse encerrado em uma cela muito escura.
Mas depois sucedeu algo de extraordinário. As paredes da cela do Jaime tornaram-se transparentes e depois os muros da prisão também. As pessoas que passavam de perto viam o Jaime sentado no seu banco e continuavam a ler os seus pensamentos. Pela noite existia uma grande luminosidade e o ditador ordenava para fechar todas as cortinas do seu palácio para não a ver, mas nem assim conseguia dormir. Mesmo o Jaime estando preso conseguia ser mais poderoso que ele, porque a verdade é mais poderosa que qualquer outra coisa, mais luminosa que o dia e mais terrível que um furação.
texto de Gianni rodari

Michael Bublé

Vou dar-vos a conhecer a voz suprema que ocupa agora uns tempos da minha vida. Não me canso de ouvir. Sons em que o tempo não passa...